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Vi no blog da Anninha, linkado ao lado, uma enquete muito interessante.
Diante de um abismo você...
Enquanto penso na resposta e termino de resolver umas coisinhas vou ficar um tempinho sem postar. Até breve.
Escrito por Erika Riedel às 17h49
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Pela primeira vez e di noovo!!!!

Na sexta conferi O Ensaio, no Imprensa. Um texto bacana e, claro, atores, figurinos, luz e direção excelentes. Breda e Anninha dão um show de interpretação à parte. Mais uma com o selo da qualidade Tapa. Sábado fui rever Vestido de Noiva, que teve alterações no elenco e continua o máximo!!! Sala Jardel Filho do CCSP lotadaça e a galera curtindo de montão. Bom demais! Não viu ainda? Bobeou!!! E, domingão, voltei à Gambiarra - A Festa. Uau!!! Eu, baladeira de plantão??? Ou de carteirinha??? O tempo dirá... A festa estava bombando de gente legal, Caco Ciocler se esparramando na pista com Gero Camilo e Paula Cohen, Valcazaras, Zeza, Leo, o povo do Hamlet, Os Fofos Gruli, Edu e Zé Roberto "meu herói", Anna, Tuca... Maria Padilha e Mário Bortolotto em papo cabeça formavam a dupla encontros improváveis da noite... hehehe. Marião, não briga comigo. Te adoro, mas foi irresistível comentar... E eu continuo causando sensação... Calma, não tô me achando... é que as pessoas se espantam com minha presença numa festa. Normal, resultado do meu comportamento sempre meio bicho do mato. Mas agora isso é passado, galera. Um brinde à vida, novinha em folha ou revista!!! Ah!!! na foto, o aquecimento, com Elis, Zeza e Edi.
Escrito por Erika Riedel às 11h43
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Ah, o amor...
Imagem de Selma Morente
Quando eu tinha quinze anos fui passar umas férias no interior de São Paulo, numa pequenina cidade chamada Araras. A grande atração do local era o clube. Foi ali que conheci meu primeiro namoradinho, Laerte, que tinha lindos olhos verdes e me escrevia enormes e maravilhosas cartas de amor. Cartas??? Sim, sou do tempo em se mandavam cartas de amor... Enfim, o tempo, a distância e uma paixonite aguda por outro rapaz fizeram com que esse namoro acabasse. Nunca mais fui a Araras, nunca mais soube dele... Tinha até esquecido desse romance mas ao assistir Romance Vol. II voltei no tempo. No show, em cartaz no Café Uranos, Marisa Orth mistura música, humor e improviso pra falar do assunto que dá título ao espetáculo. No meio dele, a atriz conta uma história que se parece muito com essa da minha adolescência. Com direito até a lanche no trailer, que era simplesmente o máximo!!! Ai, que saudades... Mas voltando ao show, além da bela voz, Marisa tem muito carisma e um incrível domínio de palco. O repertório, obviamente sempre romântico, é eclético e vai de Roberto Carlos a Tim Maia. Acompanhada de uma banda que dá conta do recado com muita competência, Marisa intercala as canções com textos curtos e divertidos. Há também um momento em que ela interage com a platéia e aí se pode comprovar sua grande empatia com o público. Ao lidar com o inesperado, porque o público é sempre uma grande surpresa, Marisa não perde a chance de mostrar, com graça e desenvoltura, a agilidade de seu raciocínio. Vale conferir, afinal, "romance" nunca é demais. Mesmo que seja só pra relembrar.
Café Uranos. R. Doutor Carvalho de Mendonça, 40, 3822-2801. Quintas-feiras, 22h. Até 28/8. A partir de setembro o show vai ser apresentado às segundas no Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331.
Escrito por Erika Riedel às 14h43
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Quem tem medo de Brecht?
 
Imagens de João Caldas
Quem for Teatro Renaissance em busca de boas risadas à custa de Denise Fraga não vai se decepcionar. Embora esse não seja o foco central de A Alma Boa de Setsuan. Escrita por Brecht em 1941, a peça questiona o quanto de bondade cada ser humano pode oferecer ao mundo sem prejudicar a si mesmo (sinopse completa alguns posts abaixo). Antes de falar desta montagem quero contar que tempos atrás uma amiga me disse que achava Brecht muito chato, papo cabeça demais pra uma pessoa normal. Fiquei pasma e triste quando descobri que essa "má fama" tem o peso da verdade pra muita gente. Pensei muito na minha amiga neste sábado, na estréia de A Alma Boa de Setsuan e resolvi lhe mandar um recado em forma de post.
Se você faz parte do coro dos julgam Brecht um autor pra intelectuais e ou iniciados pode ir descansado e desarmado. O texto é absolutamente palatável e dispensa rigores acadêmicos para sua compreensão, embora seja alvo de teses pelo mundo. A história é interessante o suficiente para prender a atenção de qualquer mortal. E de uma atualidade indiscutível. Eu duvido que você saia de lá sem entender uma linha que seja. E vou mais longe, aposto que você vai querer conhecer outras obras do autor.
Sob a direção de Marco Antônio Braz, Denise está perfeita no papel da protagonista Chen Tê e em sua caracterização física e vocal quando assume a identidade de seu primo Chui Ta. Consegue ser engraçada sem perder de vista o sentido das belas palavras de Brecht. Também não abafa a emoção quando ela se faz necessária à saga dessa que carrega sobre os ombros o fardo de ser a única alma boa sobre a face da terra.
No elenco, além de Denise estão Ary França, Cláudia Mello, Joelson Medeiros, Maurício Marques (em ótima performance como o aguadeiro Wang), Fábio Herford, Jacqueline Obrigon, Marcos Cesana, Virgínia Buckowsk, Maristela Chelala e João Bresser.
Os belos cenários são de Márcio Medina e, pelas mãos dos atores, vão se transformando ao longo do espetáculo, contribuindo efetivamente para as várias ambientações da história. Agora fico na torcida pra que tenha convencido a minha amiga, e outros que pensam como ela, que Brecht pode ser "cabeça", sim, já que faz pensar. E isso, afinal, não tem, nem deveria ter, uma conotação pejorativa. Mas, Brecht vai além. Assista ao espetáculo e descubra que ele também pode ser muito divertido, emocionante e poético. E tem muito a nos dizer. Sempre.
Escrito por Erika Riedel às 14h42
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Auto-estima inglesa
Recebi por e-mail. Achei tão divertida a notícia que resolvi postar aqui.
"Pode parecer bobagem, mas meu traseiro não é igual ao dos outros", disse Butterfield. "Tenho uma sensibilidade especial na região das nádegas e posso literalmente sentir a diferença de materiais e preenchimentos apenas sentando neles."
A frase foi dita por um testador de colchões que assegurou a bundinha pela bagatela de um milhão de libras! Isso é que é dar valor a si mesmo, heim?
Escrito por Erika Riedel às 18h44
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Plasticidade Mineira
 
Uma galera de Ouro Preto chega a Sampa pra se apresentar nos dias 8, 9 e 10 de agosto. Eles são do Grupo Moinho - Núcleo de Experimentação Teatral e a peça se chama E Nós Que Nem Sabemos. Gosto do título. Sugestivo. Eles participaram do Fringe, a mostra paralela do Festival de Curitiba, entre outros festivais. Eu não consegui assistir em Curitiba e pretendo ver agora. Segundo material da companhia, o espetáculo pretende abordar "de maneira plástica e inusitada a solidão do indivíduo e o seu desejo constante - sempre frustrado, sempre renovado - de estabelecer alguma forma de comunicação com o outro". O texto é criação coletiva dos atores e a direção é de Maurílio Romão. Parece bacana... E é uma boa oportunidade para conferir como anda a produção fora do eixo Rio-São Paulo, né?
Sala Crisantempo. Rua Fidalga, 521, Vila Madalena, 3819-2297.
Escrito por Erika Riedel às 18h09
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Combustível
Alguns sonhos movem moinhos... E acabo de me descobrir no meio de um deles. Estou feliz. Muito Feliz.
Escrito por Erika Riedel às 17h49
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Movimento
As águas começam a rolar...
Escrito por Erika Riedel às 17h47
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Dedicatória
Presentinho, você caiu do céu, não tem outra explicação!!!
Amo, amo e amo!!! É maravilhoso conviver com você.
Obrigada por existir na minha vida!!!
Escrito por Erika Riedel às 17h45
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Um Mundo Perfeito?

Caco Ciocler e Joaz Campos em Imperador e Galileu
Como seria o mundo se todas as pessoas tivessem suas crenças religiosas respeitadas? Se cada cidadão cultuasse em paz o seu ou seus deuses? E se cada um respeitasse a fé alheia? Perfeito? Talvez não, mas com certeza um lugar melhor para se viver. Pois foi isso que desejou e tentou, sem sucesso, implantar em seu governo o imperador Juliano - personagem histórico que viveu no século IV d.C. e que virou obra de arte nas mãos de Ibsen. O texto, inédito no Brasil, chama-se Imperador e Galileu e está em cartaz no Sesc Santana. Foi escrito em 1873 e levou nove anos para ficar pronto. O diretor Sérgio Ferrara leu o texto, se apaixonou por ele (o texto é mesmo genial) e convidou Caco Ciocler para dar vida a esse homem polêmico que poderia ter transformado a existência da humanidade. A ação da peça transcorre durante 12 anos. Têm início quando Juliano tem 19 e segue até seu assassinato, aos 32 anos. Além de pregar/impor a tolerância religiosa, seu primeiro ato quando proclamado imperador, Juliano mexeu em outro grande vespeiro ao retirar privilégios da Igreja, que à época recebia do Estado muitos benefícios, entre eles a isenção de impostos. Claro que uma uma atitude dessa proporção não passaria ilesa. Os protestos foram imensos. Mas Juliano realmente acreditava no que propunha e seguiu em frente em sua cruzada contra a intolerância e o preconceito. Suas críticas ao cristianismo eram desferidas com grande propriedade, já que Juliano foi educado como cristão e tinha amplo conhecimento da escrituras bíblicas. Mas Juliano também conhecia em profundidade os cultos pagãos e a filosofia de Sócrates e Platão, entre outros, que lhes foram apresentados por seu tutor (Sylvio Zilber). Tomado de ira quando se dá conta de como o cristianismo se apropriou e "vendeu" como seus rituais de outras crenças, que existiam muito antes de Cristo, Juliano começa, então, o verdadeiro embate que dá nome ao espetáculo. O duelo filosófico entre o imperador e Cristo, ou simplesmente o galileu, como Juliano ironicamente o chamava. A peça levanta discussões muito atuais com diálogos primorosos. Caco está perfeito no papel e confere brilho especial às reflexões de Ibsen. A luz de Caetano Vilela tem o tom exato da ótima ambientação e a direção de Ferrara acerta em cheio ao privilegiar o texto. Infelizmente, para a humanidade, Juliano perdeu a razão, a batalha e a vida. E nós, simples mortais, cristãos ou pagãos, perdemos a chance de viver a utopia de um mundo perfeito.
Escrito por Erika Riedel às 17h49
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Informe meteorológico
Vai chover em Sampa. Chuva grande. Em breve. Anotem o que eu digo.
Escrito por Erika Riedel às 17h43
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Roupa suja se lava em casa

Foto de Jô Capusso
Boa nova, o Teatrix vai muito bem obrigado. O boato de que o teatro ia fechar assustou algumas pessoas e alterou a programação de alguns espetáculos, mas isso é passado. Dia 1/8 estréia no local Ultralight, de Jarbas Capusso Filho. No elenco, Zeza Mota e Edi Fonseca. A direção é de Tatiane Daud. O texto mostra o reencontro de duas irmãs. Suzana (Zeza), uma escritora bem-sucedida, retorna à sua casa, 20 anos depois, para encontrar a irmã Julia (Edi), uma mulher obcecada pelo espírito de Marylin Monroe, prisioneira da violência e das assombrações da infância.A peça tem a colaboração de Otavio Martins no conceito da montagem. Cenários de Rogério Harmitt e figurinos de Tatiane Daud.
Estréia 1º de agosto, 21h30, no Teatrix www.teatrix.com.br
Zeza Mota também está em cartaz com a peça Flores Brancas, de João Fábio Cabral, no Teatro do Centro da Terra. 5ª e 6ª, 21h30.
Escrito por Erika Riedel às 13h20
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Estrela desconhecida

Inspirada por fatos reais Jandira Martini escreveu O Eclipse, uma história de ficção para homenagear Eleonora Duse. Se você franziu a festa é porque nunca ouviu falar na grande artista. Mas não precisa ficar encabulado por isso, a própria autora reconhece que muito pouca gente sabe da história dessa que ficou conhecida como a divina entre as divinas. A diva italiana, considerada a maior atriz dramática de sua época, esteve no Brasil por duas vezes, a última em 1907. Para se ter uma idéia da dimensão de seu talento, Stanislawski, referência mundial em interpretação (construção de personagens), criou seu método a partir da observação de Eleonora em cena. Mas, voltando ao espetáculo, dirigido por Jô Soares, Jandira leu vários livros e fez uma extensa pesquisa em jornais antigos para construir sua história - um encontro entre a diva (Jandira Martini), um imigrante italiano que preparava massas no hotel em que ela esteve hospedada (Maurício Guilherme) e Francisco Serrador (Roney Facchini), o exibidor de cinematógrafo que mais tarde se tornaria o idealizador da Cinelândia. A ação dramática ocorre em tempo real, pouco mais de uma hora, e nela Jandira pretende mostrar o ser humano por trás da artista e, de quebra, prestar uma homenagem às pessoas que fazem do teatro seu sacerdócio. Uma alfinetada ou, usando uma expressão de época, um tapa com luvas de pelica na cultura de celebridades que assola o mundo moderno.
Estréia para convidados 24/7 no Teatro Jaraguá.
Escrito por Erika Riedel às 11h37
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Quem vence a luta entre o bem e o mal?
Foto de João Caldas
Denise Fraga volta aos palcos paulistanos. Ao lado de Ary França, Claudia Mello e Joelson Medeiros, entre outros, a atriz interpreta Chen Tê, personagem central de A Alma Boa de Setsuan, texto de Brecht, escrito em 1941. Marco Antônio Braz assina a direção da história que é ambientada na China. Três Deuses, nessa adaptação transformados na Santíssima Trindade e vividos por um único ator, descem à Terra à procura de pelo menos uma alma boa. Depois de longa e infrutífera busca chegam à provincía de Setsuan e encontram a prostituta Chen Tê, que lhes dá guarida por uma noite. Na manhã seguinte, concluem ser ela a alma boa que procuravam e lhe recompensam com o pagamento pela hospedagem. O dinheiro é suficiente para Chen Tê mudar de vida. Mas as coisas não são tão simples. Dona de seu próprio negócio, Chen Tê vê explorada sua generosidade e decide se travestir como seu primo, Chui Ta, que teria vindo de longe para temporariamente tomar conta de seu negócio. Com essa decisão, Chen Tê acaba por provocar grande confusão. A situação se agrava quando recaem sobre seu primo as acusações sobre o desaparecimento de Chen Tê. A ação termina com o julgamento público de Chui Ta. Para saber o veredicto que receberá Chen Tê/Chui Ta, só conferindo a montagem, que entra em cartaz dia 26/7 no Teatro Renaissance.
Escrito por Erika Riedel às 21h36
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Pacato cidadão???

Fotos de André Stéfano
Quem nunca reclamou da nossa polícia corrupta, quem nunca se estressou com o atendente de telemarketing e seu gerúndio ou quem nunca fugiu do trânsito pelo acostamento que atire a primeira pedra. Reclamamos diariamente destas e outras agruras, mas o que fazemos concretamente pra mudar? Não, Cidadão de Papel não ensina nada. Não dá respostas prontas e nem tem a pretensão de consertar o mundo. O espetéculo apenas levanta estas e outras questões e reabre o debate sobre a cidadania. E antes que você torça o nariz, porque infelizmente a simples menção da palavra CIDADANIA hoje em dia já é quase uma ofensa, lhe asseguro que Cidadão de Papel faz isso com humor. O texto de Sérgio Roveri, a partir do livro homônimo de Gilberto Dimenstein, é composto de várias cenas curtas, o espetáculo inteiro tem apenas uma hora, que abordam temas como ética (ou a falta dela), sexualidade, preconceito, desigualdade social e outros. Embora pensada e concebida inicialmente para jovens, a montagem, dirigida por Ivam Cabral, carrega o mérito de interessar também a outras faixas etárias. Satirizando a crueza da atualidade, o elenco (composto por Alessandro Hernandez, Gustavo Ferreira, Marcos Ferraz, Priscila Dias, Rafael Ferro, Renata Bruel e Tiago Moraes) consegue incomodar/provocar na medida certa. Primeiro você ri, porque é engraçado. Depois pensa: "que horror!" E, por último, mente pra si mesmo, dizendo que jamais, nunquinha mesmo, você faria algo semelhante. Tudo bem, não faz mal. Ninguém precisa saber o que você faz ou que espécie de cidadão você é. Isto não é um tribunal. Mas, se fosse, seria ganho de causa pra essa galera que conseguiu cutucar com irreverência e inteligência a cegueira coletiva que nos impede de enxergar o desmoranamento do bom senso geral, uma das raízes da pasmaceira cotidiana e caótica em que vivemos atolados até o pescoço.
Em cartaz, somente aos sábados, às 19h, no Espaço dos Satyros Um.
Escrito por Erika Riedel às 21h20
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